Na liturgia de hoje, 11 de agosto de 2026, somos convidados a meditar sobre a humildade e o cuidado de Deus para com os pequeninos. A primeira leitura, extraída da Profecia de Ezequiel (2,8-3,4), apresenta o chamado do profeta para ser porta-voz de Deus. Ezequiel é instruído a comer o rolo da Palavra, que é doce como mel, simbolizando a alegria e a responsabilidade de acolher e anunciar a mensagem divina.
O Evangelho de Mateus (18,1-5.10.12-14) nos traz um ensinamento profundo de Jesus sobre a grandeza no Reino dos Céus. Os discípulos perguntam quem é o maior, e Jesus responde colocando uma criança no meio deles e afirmando que quem se faz pequeno é o maior. Ele também adverte para não desprezar os pequeninos, pois seus anjos veem a face do Pai. A parábola da ovelha perdida ilustra o amor misericordioso de Deus, que se alegra mais com a recuperação do que se perdeu do que com aqueles que permaneceram.
A reflexão do Papa Francisco, na Audiência Geral de 18 de março de 2015, reforça que as crianças são uma riqueza para a humanidade e para a Igreja, pois nos ensinam a não nos considerarmos autossuficientes, mas necessitados de ajuda, amor e perdão. Elas lembram que somos sempre filhos, dependentes de Deus em todas as fases da vida.
Que esta palavra nos inspire a viver com humildade, confiança e gratidão pela vida que recebemos.