A liturgia de hoje nos convida a refletir sobre a presença de Deus em nossas vidas e a verdadeira adoração que Lhe devemos. A Primeira Leitura (1Pd 4,7-13) nos exorta à vigilância, à oração e, acima de tudo, ao amor mútuo, que cobre multidão de pecados. Somos chamados a administrar com fidelidade os dons que recebemos, colocando-os a serviço dos outros para a glória de Deus, lembrando que as provações são participação nos sofrimentos de Cristo.

O Evangelho de Marcos (11,11-26) narra a purificação do Templo e a maldição da figueira. Jesus, ao entrar em Jerusalém, demonstra seu zelo pela casa do Pai, expulsando os vendilhões e lembrando que a casa de Deus é casa de oração. A figueira seca nos ensina sobre a necessidade de uma fé autêntica e frutuosa.

Reflexão

Assim como Jesus purificou o Templo de Jerusalém, somos chamados a purificar o templo do nosso coração, que é morada do Espírito Santo. A verdadeira adoração não está apenas nos ritos externos, mas na escuta da Palavra, no serviço ao próximo e na busca de Deus em nosso interior. Que possamos cultivar uma fé que produza frutos de amor e perdão.